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terça-feira, 18 de agosto de 2026

Faxina nos meus cacarecos eletrônicos

Dias atrás eu estava de férias do trabalho. Resolvi tirar um tempo dentro deste período para separar e descartar (pelo menos tentar 😅) alguns cacarecos eletrônicos que eu juntei ao longo de quase 20 anos trabalhando com TI. A seguir, compartilho algumas fotos que fiz dos "achados".

CDs de drivers diversos – descartei todos, mas já me arrependi de ter descartado o CD de uma impressora multifuncional que um dia eu pretendo reinstalar em algum computador para utilizar o scanner a fim de digitalizar fotos antigas. 🥲 Espero que quando precisar, eu encontre o drive na internet. 😬

Distribuições Linux gravadas em CDs e DVDs – algumas são "originais", pois na época do saudoso FISL, muitos estandes distribuíam gratuitamente aos participantes.

Adaptador de teclado do padrão PS2 para DIN – O padrão PS2 antecedeu o USB e o DIN era o que existia antes do PS2 😮

Aparelhos de celular antigos 📵

Backups em DVD dos episódios de podcast que eu ouvia há 15 anos

Cabos IDE e um monte de outros

Algumas coisas do descarte estavam no meu apartamento e outras na casa do meu pai. Comecei pelo apartamento. Nessa foto, nas sacolas estava o que eu queria descartar e nas caixas o que resolvi manter. 🤓

Caixa de CDs e DVDs diversos

DVD com vídeos "porn" e programas de 2007 😏

Disquete de drivers. Esses já tinham aparecido por aqui em 2009. E naquela época já eram velhos! 😆

Da série "coisas que eu comprei e nunca utilizei": Cooler para HD 😬

Módulos de memória RAM. Esses eu vendi por R$ 50 pilas para uma assistência técnica de informática que fica aqui perto da minha casa. O pessoal no Threads acha que foi o mesmo que jogar no lixo. 🤷‍♂️ Espero que possam ser úteis e tomara que eles lucrem com a revenda. 🙃

Também vendi esse kit (placa mãe, processador e memória) para os caras da assistência técnica. Tomara que tenham montado um PCzinho pra algum cliente que precisava de uma máquina básica e não queria gastar muito. 😊

Smartband xing-ling que eu comprei há uns 10 anos. Na época, queria ter feito um review aqui para o blog, mas nunca saiu. 🥲

Esses gabinetes ainda estão na casa do meu pai. Estou falando com uma ONG que faz um trabalho de reciclagem para verificar se eles tem interesse. Caso não tenham, também vou descartar.

Mais sacolas do descarte. Foram no total, umas 6 iguais a estas. A maioria eu deixei na mesma loja de informática onde vendi as memórias. Uma delas – a qual, certamente o meu eu de 20 anos apelidaria de "sacolinha da felicidade" – pois, adorava juntar o lixo eletrônico dos outros 😂 – levei para o tio da @bibspotter que tem um antiquário em Pelotas/RS e também faz um trabalho de reciclagem de eletrônicos.

Vendi esses cartuchos de Dynacom e jogos originais de PS2 e PC também para o tio da Bibs. Espero que ele possa revender para um colecionador que mereça. 😌

A lição que fica 

Eu consultava com uma psicóloga que sempre me lembrava da necessidade de "esvaziar a mochila" – como uma metáfora para dizer que é necessário se livrar das coisas velhas – para liberar espaço para as coisas novas. De certa forma, foi o que eu tentei fazer. Por muito tempo eu fiquei pensando que um dia utilizaria o que estava guardado. Mas a verdade é que a maioria dos itens já estavam esquecidos há mais de 10 anos e se pelo menos uma peça dentre as diversas que haviam, foi útil neste tempo, posso dizer que foi muito. Portanto, não valeria mais a pena seguir guardando.

Não posso negar que sou uma pessoa bem apegada – e como diria meu pai: "caqueiro" – assim como ele 😅 – afinal, ainda restaram vários objetos guardados. No entanto, me senti mais leve depois dos descartes e espero que seja possível seguir liberando a mochila para novas conquistas. ☺️

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Você também "mandava toque"?

Hoje em dia pode ser até um tanto quanto raro o telefone tocar. O mais comum são mensagens de texto ou áudios no Whatsapp e Telegram, por exemplo. Quando o celular toca, sempre é telemarketing ou alguém querendo te aplicar um golpe e roubar os teus dados. Pelo menos comigo é assim.

Ressalto o ponto acima para contar que no passado – em meados dos anos 2000 –, as pessoas (na sua grande maioria os jovens), se ligavam, mas não porque queriam se falar, e sim, porque queriam dar um toque e desligar. É isso mesmo! Os jovens se ligavam e deixavam chamar uma vez para depois desligarem.

Ligação no celular

Dar um toque e desligar era tipo tocar a campainha da casa da pessoa e sair correndo. Porém, não com a intenção de incomodar, mas para dizer que lembrou daquela pessoa. O toque recebido deveria ser retribuído da mesma forma. Se não, era falta de educação. Além disso, só receber toques e nunca enviar também não era muito bem visto. A pessoa precisava se demonstrar ativa com a sua rede de contatos. Quando não estava fazendo nada – "de bobeira" – achava alguém na lista de contatos para mandar um toque.

E aí, você era da época que mandava toque também ou nem fazia ideia que isso existiu? 🧐

domingo, 2 de novembro de 2025

Você também trocava música por Bluetooth?

Isso era muito comum lá por meados dos anos 2007 e 2008. Se o coleguinha tinha uma música que você curtia, nada de procurar no Spotify ou no seu "tocador" favorito. Isso não existia! O negócio era ligar o Bluetooth do celular e pedir para o amigo te enviar a faixa. Aí vocês colocavam os dois aparelhos – um do lado do outro – e esperavam até que a transferência fosse concluída. 😮

Trocar música por Bluetooth

Mas não eram todos os celulares que tinham Bluetooth. Alguns possuíam apenas infravermelho, o que também funcionava, apesar de ser mais limitado. Os aparelhos mais baratos nem infravermelho ofereciam. Lembro que ganhei meu primeiro celular com Bluetooth em 2008, quando estava no último ano do ensino médio. Eu conseguia enviar e receber algumas músicas – acho que poderia ter no máximo umas 5 músicas na memória –  já que o espaço de armazenamento era bem limitado – e acabava utilizando as músicas apenas para colocá-las como toque 😅.

P.S.: Se você quer saber mais sobre como o Bluetooth do celular era utilizado na época que comentei, encontrei um post de 2008 da Extra falando sobre o assunto. Enjoy! 😙

sexta-feira, 3 de maio de 2024

Do operário ao executivo: Todos usam Whatsapp

Somente no Brasil são 147 milhões de pessoas que utilizam o Whatsapp. Isso corresponde a mais de 96% dos usuários de internet no território brasileiro e faz com que nosso país seja o segundo colocado no ranking de uso do aplicativo, perdendo apenas para os indianos, que somam 390 milhões de usuários.

Usuários ativos mensais no Whatsapp

Há 15 anos – quando o Whatsapp surgiu – claramente nesta época e em alguns anos seguintes, até a sua popularização – as pessoas utilizavam outros meios para se comunicar. Posso dizer que tratando-se de mensagens de texto – via celular – as opções basicamente se limitavam ao SMS, quando a quantidade de torpedos, algumas vezes dependia do pacote contratado com a operadora. 

Pessoas com mais poder aquisitivo – executivos, por exemplo –, poderiam utilizar o BBM, um software de mensagens exclusivo para donos de Blackberry. Nesta época também já existia o iPhone, que tinha acesso a internet, mas acabava sendo uma realidade para poucos. Além disso, havia outros smartphones mais primitivos, porém, muito restritivos em termos de instalação de aplicativos e navegação.

Para enviar áudio, utilizando SMS não era possível. Em compensação, existia o Nextel, que funcionava como se fosse um walkie-talkie de longo alcance. Lembro de ser bastante comum ver muitas pessoas caminhando pela rua enquanto falavam nos seus radinhos em formato de telefone celular.

Bom, os anos se passaram e o resto é história. A popularização dos smartphones aconteceu, os planos de internet ficaram mais acessíveis e como percebemos no gráfico acima, praticamente todo cidadão com acesso à internet no Brasil utiliza Whatsapp. Não existe divisão, círculo social ou poder aquisitivo. É do operário até o executivo. Todos mandam áudio ou Whatsapp, trocam mensagens e fazem videochamadas. Por sinal, este último recurso, anos atrás, creio que muita gente nem imaginava que seria possível fora do computador – pois a tecnologia não estava pronta e não havia estímulo social para isso –, tanto que nem mesmo os primeiros iPhones tinham câmera frontal.

Hoje vivemos uma mistura de convergência com adesão tecnológica nunca vista antes. É maravilhoso e estranho ao mesmo tempo. Mas enfim, o passado evoluiu e é isso o que o presente nos mostra. Vamos aguardar os próximos 15 anos e ver se ainda seguiremos utilizando o Whatsapp como principal meio de comunicação ou se alguma outra tecnologia irá desbancá-lo, que como vimos, é algo comum na história.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Os celulares mais vendidos na história

Quem fez essa análise, montou o ranking e postou no seu Instagram foi o Arthur Igreja. Mas como me interesso pelo tema – mais ainda quando leva em consideração dados históricos e tecnologia –, acho bacana também compartilhar por aqui para fins de registro.

Os celulares mais vendidos na história | Instagram do Arthur Igreja

E falando em tempo e celulares, eu até já fiz uma timeline com todos os aparelhos que tive até hoje.

CORREÇÃO [19/maio/2024]: O gráfico apresentado foi originalmente construído pela VisualCapitalist. O Arthur apenas adaptou. Ele mencionou a fonte no post do Instagram. Eu não havia percebido. Agora que encontrei o mesmo gráfico em outro local, reparei nisso.

domingo, 12 de setembro de 2021

É um humano ou um espantalho?

Dois corvos estavam observando uma criatura na lavoura, mas não tinham certeza se tratava-se de um homem ou um espantalho.

— É um humano?

— Não se preocupe. É um espantalho!

— Como você sabe?

— Ele não está com a cara virada para o celular.

Me assustaria se o espantalho estivesse usando um celular. 😂

domingo, 2 de agosto de 2020

O canivete suíço dos eletrônicos



Acreditemos ou não, mas os smartphones roubaram o lugar de todos esses caras aí da figura acima: Telefone, despertador, correspondência, calculadora, calendário, rádio, câmera, tocador de músicas, e ainda por cima, telefone. 😖

terça-feira, 5 de maio de 2020

Quando armazenamento no telefone não me interessava

Não é novidade que eu sempre gostei de trocar de celular. Pra representar isso, algum tempo atrás elaborarei uma timeline com os modelos de telefone que já tive. Isso torna evidente o fato que desde a época dos features phones, ao contrário de juntar dinheiro suficiente para comprar um modelo mais "robusto" e com uma diversidade maior de funcionalidades, sempre ficava trocando por um aparelho bem semelhante.

Quando os smartphones já eram uma realidade para muitos e questões como memória RAM e armazenamento tornaram-se preocupações comuns entre os usuários, eu fui avesso a isso e fazia pouco caso para espaço em disco, tanto que meus Multilaser Titanium e depois Moto E possuíam apenas 4 GB.

Mais tarde, quando comprei o Asus Zenfone 5, até houve a possibilidade de adquirir logo um modelo com 16 GB se tivesse escutado a Bia Kunze, que na época reinava com o PodSemFio, mas acabei preferindo pagar menos e escolhi a versão de 8 GB.


Menos de dois anos depois, acabei passando para um Moto G4 Play com 16 GB, principalmente devido a falta de espaço em disco que estava enfrentando no Asus. Não consta na minha timeline, mas também menos de 2 anos com o G4, enchi o saco de periodicamente limpar o cache do Android e mover as fotos e vídeos do álbum da câmera para o cartão de memória pra liberar alguns MB, até que decidi investir de verdade e comprei um Moto Z3 Play com 64 GB, sendo este o meu atual aparelho. Finalmente acabaram os problemas com falta de espaço (nem estou usando cartão de memória 😎).

Ao longo do tempo relatado, depois que troquei, meu pai acabou utilizando o Moto E por pouco mais de um ano, eu acho, e logo depois, também sofreu com a falta de espaço. Sendo assim, indiquei pra ele um Moto E4 com 16 GB, sugerindo que ele teria um aparelho "utilizável" pelos próximos 3 anos. Isso foi em 2018. Agora, pouco mais de 2 anos, ele já está com problemas de espaço e muito em breve terá que adquirir um novo aparelho com no mínimo 64 GB, assim como eu fiz.

Depois disso tudo, finalmente aprendi que deveria ter ouvido a Bia desde o início e NUNCA ter menosprezado o armazenamento de um smartphone, pois a tendência é sempre precisar de mais, considerando que além das fotos, vídeos e mídias do Whatsapp, as atualizações do Android e também dos aplicativos demandam um espaço muitas vezes subestimado, até agora.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Celular com pouca memória


Bem comum quando você pede pra ele "lembrar" de muitas coisas. 😄😄

sábado, 1 de dezembro de 2018

sábado, 12 de maio de 2018

Joatan's Mobile Phone Timeline

Meus colegas do trabalho vivem dizendo que troco de celular com muita frequência e nunca tenho um modelo top de linha. Bom, acho que isso é verdade, tanto que resolvi montar uma linha do tempo relacionando todos os aparelhos que já tive até hoje, o que confirmou a suspeita:

clique na imagem para ampliar

Os aparelhos que ganhei dos meus pais (entre 2004 e 2008) sempre foram modelos simples. Nunca paguei mais de 1000 reais por um smartphone, o que explica nenhum deles ser um grande destaque do fabricante em termos de desempenho, e sempre gostei de usar aparelhos diferentes. Acho que eu fico rapidamente enjoado do design e demais características próprias do modelo, considerando que atualmente o sistema operacional é o mesmo diante do duopólio criado pelo Android e iOS. Talvez esses sejam os motivos para tantas trocas em poucos anos.

E você, também se lembra de todos os aparelhos que já teve?

Update (25/04/2021): Atualizado a timeline com meus últimos dois aparelhos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Expectativa x Realidade usando um Smartphone


Quadro 1: Expectativa do usuário - "Busque meus E-mails!", "Vá para a casa do John!", "Mostre-me as notícias!", "Envie essa foto ao Lynn!!" ... "Si-si-sim, mestre."

Quadro 2: Realidade com o aparelho: "Recarregue-me!", "Conecte-me em um wi-fi! Agora!", "Novo E-mail! Leia!", "Atenda essa chamada!", "Um restaurante! Faça check-in!" ... "Si-si-sim, mestre."

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Screenshot de alguém

Quando alguém posta um printscreen da sua tela, eu não presto atenção no conteúdo se o status da bateria estava baixo.

E também fico prestando mais atenção nos demais ícones da barra de status.

: P

Fonte: xkcd

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Quando eu entrego meu telefone pra ver uma foto

"Quando eu entrego meu telefone pra você ver uma foto, isso significa não deslize para os lados. Apenas veja a droga da foto."

Fonte: 9gag via Instagram

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Quando seu telefone cai

"Quando você deixa seu telefone cair e a tela não quebra"

Fonte: 9gag via Instagram

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Eu corrijo mais o autocorretor

"Eu corrijo mais o autocorretor do que o autocorretor me corrige."

#Fato

Fonte: 8crap via Instagram

sábado, 2 de janeiro de 2016

Quando o celular cai e esmaga sua cara

"Quando você está muito cansado e o celular esmaga a sua cara"

Fonte: 9GAG via Instagram

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Dar um tempo

"Dar um tempo geralmente é resumido em dar uma olhada na tela do outro"

Pra você que prefere ficar navegando no celular ao contrário de conversar cara a cara com seus amigos...

Fonte: 8crap via Instagram

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Celulares e o cultivo de bactérias

Segundo um estudo (não muito recente, pois foi apresentado em meados de 2010) desenvolvido pela organização britânica de defesa dos consumidores, Which, a partir de 30 aparelhos analisados, ficou constatado que um celular pode abrigar até 18 vezes mais bactérias que o botão/cordinha/alavanca de uma descarga de banheiro masculino.


Baseado nesses resultados, alguns anos depois até saiu no Kickstarter um projeto chamado PhoneSoap (saboneteira pra celular, em tradução), prometendo higienizar o aparelho enquanto ele carrega.

Apesar do tempo desde a pesquisa até aqui, não acredito que as pessoas ficaram menos relaxadas, portanto, é bem provável que a nojeira continue nos aparelhos que utilizamos hoje.