quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Time de Vendas, Dev e Cliente

A galera de vendas sempre vai prometer mundos e fundos. O cliente sempre vai exigir tudo isso e muito mais. O time de desenvolvimento sempre vai se ferrar pra cumprir todas as promessas, desejos e perspectivas dentro de prazos surreais, pois mesmo dizendo que a solução vendida não é possível, terá que dar um jeito de entregá-la. 😟😩😨

Uma cobra na impressora

No último sábado (12/09), Glenio Campos, um morador da cidade de São Sepé/RS, deparou-se com uma situação inusitada enquanto tentava utilizar a sua impressora: havia uma cobra passeando pelo equipamento.

Glenio comentou que após perceber do que se tratava, levou a impressora para fora de casa, deixando-a em uma área aberta, enquanto acompanhava a reação do réptil. Quando se deu por conta, o animal foi saindo aos poucos, até que escalou uma cerca verde e foi em direção a um mato.

Identificada como uma espécie cipó-verde pelo Batalhão da Polícia Ambiental, a cobra não é considerada perigosa, cumprindo um importante papel na natureza para manter o equilíbrio no crescimento da população de roedores e anfíbios.

Como diria o pessoal no grupo onde encontrei a notícia: finalmente uma impressora rodando Python. 😂

Fonte: G1 RS

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Evolução da Empresa

Algumas semanas atrás, na empresa onde trabalho, tivemos uma reunião com parte dos líderes da área de TI. Na ocasião, eles exibiram um vídeo bastante esclarecedor a fim de clarificar as etapas que uma empresa passa durante a sua evolução.

Como eu gosto de anotar, acabei resumindo boa parte do conteúdo na ilustração abaixo.

Adaptado de Thymus - RD: Evolução da empresa

A seguir, também compartilho o vídeo.

E aí, faz sentido?

Abstinência de zapear pelos canais da TV

Quem nunca ligou a TV e ficou zapeando pelos canais disponíveis até encontrar um programa legalzinho? Porém, depois de sintonizar, nem prestou atenção, voltando os olhos para o celular ou qualquer outra coisa próxima, menos a TV.

Aqui em casa, eu a @bibspotter fazemos isso com frequência. Temos alguns canais meio "curingas", os quais, seguidamente sintonizamos neles, pois sabemos que sempre está passando uma série ou programa conhecido (e que agrada ambos), mas acabamos não assistindo de verdade. Deixamos ali, rolando a imagem e o som, enquanto fazemos outras coisas. O bacana é que quando passa uma cena marcante ou muito engraçada, sempre paramos por alguns segundos pra ver e dar risada.

O Homer ama a TV. E nós também! 😂

No último sábado (05/09) fez uma semana desde que nos mudamos. No entanto, conseguimos um instalador pra antena da TV apenas na sexta-feira (04/09). Ou seja, ficamos 6 dias apenas com Prime Video, Netflix e YouTube. Obviamente, com estes serviços, tínhamos inúmeras opções pra curtir, mas entre um vídeo e outro no YouTube (geralmente clipes de música) e alguns episódios também de uma série conhecida no Netflix ou Prime Video, nos olhávamos e falávamos: está faltando alguma coisa.

Pois é. Pode parecer bobagem, mas a sensação de escolher um canal e já estar passando a programação, talvez não exatamente o que queremos assistir (pois às vezes nem nós mesmos sabemos) e não precisarmos ficar escolhendo (opções demais cansam e podem ser frustrantes se não resultarem em uma seleção bem feita) costuma ser bem reconfortante.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

A experiência depende do usuário


Ou melhor dizendo, depende do ponto de vista do usuário. 😅

Reiniciando o servidor remotamente


Aposto que foi por causa de uma aplicação de patch. 😆 Quebra o boot do sistema operacional, alguém corrige e não avisa ninguém. Dias depois, outra pessoa vai lá, vê que tem patches pendentes, manda aplicar e o ciclo se repete. 😅 #RindoMasDeNervoso

Vende-se TV

 
Uma TV que também é computador mas não tem CPU? 😦 Mas senhor, acho que isso é um monitor. 😆

domingo, 6 de setembro de 2020

Diferença entre geeks e nerds e sobre o GeekFail

Às vezes, ao tentar entender o propósito do GeekFail no papel de um blog, "traduzindo" de forma literal o seu nome, quando chegam em uma possível dedução, as pessoas completam me perguntando sobre às diferenças entre geeks e nerds.

Bem, o GeekFail possui uma história e uma razão para receber tal denominação e tento compartilhar isto por meio da página "O Blog". Para a segunda questão, criei então uma outra página chamada "Geeks e Nerds", onde organizei uma forma de retratar essas diferenças, entre estes, como eu sugeri chamá-los, estilos.


Assim como a história do blog que estará sempre em construção, as distinções entre geeks e nerds, também podem ser complementadas ao longo do tempo, obviamente não estando escritas em pedra. Tais informações foram levantadas com base em fontes e também na minha própria opinião.

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Todos os arquivos ficaram na raiz


Ops... Achei que a opção "Extrair arquivos" daria no mesmo que "Extrair aqui". 😬

Conversa de componentes

O que os outros componentes falaram do fusível?


Coitado... 😦

Processo de desenvolvimento ou suporte em TI

 
Se bem que não é sempre assim. Bom, na realidade, sei lá... 😆

sábado, 8 de agosto de 2020

Junte-se a resistência

Junte-se a resistência e fale a linguagem dos "resistores". 😁

Único monstro

Não tem monstro nenhum no quarto da garotinha. O único monstro na casa está no quarto do papai e deve ter custado um rim. 😅

Explodir a Lua

Acho que o Sheldon nunca poderia imaginar que a Vanya seria capaz de explodir a lua. Mesmo que em outro seriado. 😂

domingo, 2 de agosto de 2020

Instalar o Chrome



Coitado do Internet Explorer, mas instalar o Chrome é a única serventia dele. E sim, depois o Chorme torna-se o navegador padrão. 😮

O canivete suíço dos eletrônicos



Acreditemos ou não, mas os smartphones roubaram o lugar de todos esses caras aí da figura acima: Telefone, despertador, correspondência, calculadora, calendário, rádio, câmera, tocador de músicas, e ainda por cima, telefone. 😖

DevOps e o que circunda essa cultura

Como já falei por aqui, DevOps está mais para uma cultura do que uma área, um processo ou até mesmo um framework. O assunto me interessa bastante, assim como metodologias ágeis e Transformação Digital, temas que estão totalmente conectados.


Ainda essa semana, vi que a CertiProf estava oferecendo a certificação DevOps Essencials de forma gratuita. Para me preparar, segui os conhecimentos predispostos no guia de preparação oferecido também pela entidade.

No entanto, não me atentei ao prazo, e ontem, ao tentar acessar a prova, percebi que não estava mais disponível. 😩 Presumo que deva ter ficado apenas durante os últimos dias do mês de julho/2020.

Em todo o caso, às leituras que fiz desde então, certamente não foram perdidas, pois revisitei conceitos como PDCA (Plan, Do Check, Act), JIT (Just in Time), SPT (Sistema de Produção Toyota), Bimodal (Gartner), além de WIP (Work in Progress), Definição de Pronto, Scrum, Kanban e até mesmo ITIL. Segundo o guia, todos esses termos sustentam a cultura DevOps. O material compreende uma breve definição de cada um deles, relacionando a uma noção geral do que é preciso para entender e implantar DevOps nas empresas.

Além disso, o conteúdo supracitado também traz uma visão analítica do modelo tradicional de trabalho (desenvolvimento de um lado e operações do outro), quando existe uma área dedicada a DevOps (como uma camada intermediária), e também, o que é apontado como modelo ideal, tudo funcionando em DevOps.

Modelo tradicional de trabalho: Desenvolvimento de um lado e Operações do outro

Equipes dedicadas a DevOps: Como uma camada intermediária

Tudo funcionando em DevOps

Me agrada o fato da DevOps prezar pela colaboração, transparência e comunicação no desenvolvimento de uma atividade. Quanto a rápida adaptação às mudanças, considero que mudar é bom, pois sempre existem oportunidades de crescimento em cada mutação, mesmo que algumas vezes, meu lado conservador tente impor a ideia de que a metamorfose assusta, traz dor de cabeça e desconforto.

O único ponto disso tudo que ainda necessita lapidação quanto ao meu entendimento é a exigência dos profissionais em serem multifuncionais e multidisciplinares. Na verdade, no cenário proposto, entendo o fato de não haver mais espaço para especialistas na tecnologia "A" ou "B", mas profissionais que entendam das tecnologias "A", "B", "C", D" e "E". Contudo, não haver mais pessoas especializadas em determinadas ferramentas ou áreas de atuação, me preocupa, pois existem esferas de conhecimento tão complexas que em uma crise, por exemplo, acho que um expert pode fazer toda a diferença e perceber comportamentos que um generalista não encontraria. Mas isso é assunto pra outro post.

sábado, 1 de agosto de 2020

Windows 10 em disquete

Partiu instalar o Windows 10?


Disco 1 de 2639?! 😱

Que bom que nem tenho mais drive de disquete... 😟

A diferença entre "help" e "sudo help"


Usando o "sudo" se consegue qualquer coisa. 😁

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Você vai precisar de uma chave philips


A boa e velha chave philips...

Xbox e Ybox


Só trocar o eixo pra ter um ou outro. 😅😅😅

Como se aplica Agilidade e DevOps em uma teia de aranha?

Semana passada participei de um webinar voltado ao entendimento dos desafios e aprendizados da transformação digital nas empresas. Considerando que Agilidade e DevOps estão fundamentalmente conectados com este tema, a imagem abaixo surgiu como uma reflexão.


E aí, se identificou com essa realidade? As etapas sugeridas fazem sentido?

domingo, 12 de julho de 2020

Um exemplo de organização


Esse é o meu Desktop! 😇

Isso é um acontecimento raro


Um arco-íris duplo é um acontecimento tão raro quanto alguém na internet dizer: "Você me convenceu. Eu estava errado.". 😌

O que proporciona as pessoas sensação de poder?


Dinheiro?
Status?

Nops, usar o terminal na frente de não programadores. 😆😆

Tem um E-mail importante vindo


Depois dessa, vou verificar minha pasta de Spam, pois vai que o Gmail me privou de algum E-mail importante. 😌

Sobre declarar imposto de renda


It´s true! 😓😓😓

E assim, nasceu o Docker


Sim, o Docker. Aquela plataforma "famosinha" entre a galera de DevOps, por sua característica de implementar com agilidade aplicações em um ambiente segregado da máquina original, com o uso de containers (recurso computacional necessário para rodar uma aplicação). O mascote da empresa é uma simpática baleia azul. 😎

O que a pandemia trouxe de bom no que diz respeito às relações e trabalho

Obviamente ninguém queria passar por uma pandemia, assim como também não era esperado essa que estamos vivendo, causada pelo Covid-19. Mas mesmo em meio a um cenário caótico, com cada vez mais infectados e óbitos sendo contabilizados, a economia enfraquecida e um governo que não demonstra confiança, ainda é possível identificar algo bom face a esses acontecimentos.

É veemente a percepção de que mesmo quem não tinha tanta familiaridade com a produção de conteúdo (as famosas lives) por meio de ferramentas como o Facebook, Instagram e YouTube e também na condução de reuniões virtuais (as tal das videoconferências) através do Microsoft Teams, Skype ou Zoom, utilizaram a sua capacidade de resiliência e desenvolveram novas habilidades, tanto no uso da tecnologia quanto no modelo de comunicação. E isso tem funcionado muito bem!

Foto por Sticker Mule on Unsplash

Os líderes também se tornaram mais claros, diretos, e de certa forma, até mais humanos, ao apresentarem-se, de forma remota, com mais frequência aos seus clientes e liderados, utilizando para isso também a tecnologia ao seu favor. Sem dúvidas essas atitudes potencializam a relação de confiança que se tem diante de uma organização, pois uma vez que seu CEO vem a público, contando com milhares de espectadores, falar sobre a situação da empresa, que se vê inserida em um mercado de incertezas, o senso de transparência é reafirmado.

Muitas empresas também aproveitaram esse momento para oferecer oportunidades de crescimento intelectual e quem sabe até profissional para qualquer pessoa. E com isso, me refiro aos cursos gratuitos promovidos por diversas instituições de ensino, que já trabalhavam com a modalidade EAD, mas que agora estão abrindo as suas "portas", tanto para seus alunos quanto para a comunidade, possibilitando que utilizem seu tempo de isolamento em casa e invistam no seu currículo. A qualidade do conteúdo oferecido costuma ser a mesma da modalidade paga, pois com isso, os atuais clientes são fidelizados além de prospectar novos.

Foto por Tina Witherspoon on Unsplash

E por último, mas não menos importante, em uma era pré-pandemia, o home office ainda era um modelo de trabalho duvidoso para muitos gestores e executivos de grandes organizações. Mas os tempos mudaram, e agora, quando diversas companhias ao redor do Brasil e do mundo estão com a maioria dos seus funcionários trabalhando de casa já a quase 5 meses, essa percepção mudou, pois os resultados esperados ainda seguem sendo entregues e a produtividade, ao invés de cair, pelo contrário, aumentou.

Infelizmente ainda é cedo para prever um cenário de melhora. Seria muito bom se pudéssemos acordar pela manhã e toda essa história de vírus tivesse sido apenas um sonho. Mas a verdade não é essa. O perigo está aí e necessitamos nos cuidar. Entretanto, sem dúvidas sairemos dessa condição mais exercitados e ousados do que quando entramos.

domingo, 28 de junho de 2020

Pra dar certo um relacionamento


É verdade! 😎

Quando ocorre uma tela azul


Até que se prove o contrário, todos são culpados. 😌

Onde PC, console e mobile gamers geralmente jogam


Com qual deles você mais se identifica? 😆

Meu código com bug


Eu quando tento programar. 😂😂😂

Esse script vai proteger o seu servidor


Isso me lembrou de uma reflexão que o professor de um curso que eu fiz esses dias levantou: um documento impresso e guardado em um cofre está muito mais seguro que se estiver salvo em algum diretório do computador.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Pessoas aleatórias no LinkedIn

Toda a semana pelo menos uma ou duas pessoas aleatórias em adicionam no LinkedIn. E quando eu falo "aleatórias", me refiro a profissionais que eu nunca conheci ou ouvi falar na vida. Com exceção de alguns casos, quando tratam-se de recrutadores e consultores de RH em busca de potenciais candidatos para as vagas que estão oferecendo, geralmente ao aceitar o convite, logo recebo uma mensagem com a motivação e interesse. No entanto, quando são outros perfis, raramente enviam algum texto de apresentação ou coisa do gênero, o que não acho uma boa prática.


Certamente essas pessoas que me adicionam estão tentando expandir a sua rede, pois assim como eu, muitos trabalham na área de TI, mas nada justifica me adicionarem e ficar por isso, sem nem mesmo dizer um "Olá" que seja. Quando são pessoas de TI, eu até relevo, mas admito que antes faço um julgamento pelo cargo, empresa e até mesmo se o perfil está bem construído. No entanto, confesso que quando a pessoa não é da área, eu não conheço e obviamente o profissional também não se apresenta, não aceito o pedido de conexão, porém, também não rejeito, apenas deixo pendente.

Já devem fazer quase uns 10 anos que tenho minha conta no LinkedIn e ao longo desse tempo, já adicionei muita gente, porém, apenas pessoas que eu conheço ou já tive algum tipo de interação, seja física ou virtual, desde um colega ou ex-colega de trabalho ou faculdade, até alguém que conheci em um evento, por exemplo. Se é um colega, não envio mensagem, apenas adiciono, pois temos algo em comum. Contudo, se é alguém mais distante e que desejo me aproximar, obviamente envio algo.

 Meu perfil no LinkedIn

Como falei, das pessoas que já enviaram pedidos de conexão pra mim, foram raríssimas as vezes que alguém mandou uma mensagem apresentando-se. A última vez que isso aconteceu foi no ano passado, quando uma moça me adicionou e disse que desejava conversar sobre Governança de TI. Logo que aceitei a solicitação, obviamente respondi que seria bacana falarmos sobre o assunto, já que trabalho com isso, e pelo que vi, ela também, mas parou por aí. Contudo, ao menos a pessoa se interessou em dizer o motivo pelo qual estava me adicionando, o que já foi o suficiente.

No início desse ano, participei de um treinamento, como pré-requisito para alcançar uma certificação que estou buscando. Como trata-se do uso de uma ferramenta e desejo me aproximar da comunidade de usuários, acabei adicionando no LinkedIn todos os colegas que encontrei, bem como, o instrutor. Para nenhum dos pedidos de conexão enviados, deixei de me apresentar e dizer que estávamos na mesma turma do curso e gostaria de acompanhar as experiência de cada um por meio da rede. 

No ano passado, em virtude do meu TCC, também adicionei diversos Scrum Masters para me ajudarem com a validação do meu artefato. Essa situação foi uma exceção a minha regra, pois eu não conhecia a grande maioria das pessoas que estava enviando solicitações de conexão. No entanto, tomei o cuidado de deixar bem claro qual era meu objetivo expressando isso por meio de uma mensagem ao enviar a solicitação.

E o que eu quero com tudo isso? Bom, apenas manifestar que desprezo e não acho nada educado adicionar um desconhecido simplesmente por adicionar, sem nem mesmo dizer a razão pela qual deseja-se aquela pessoa na sua rede, fato que como falei, presencio com frequência. No meu ponto de vista, agir dessa forma, é o mesmo que sair pela rua pedindo o número de telefone de todas as pessoas que encontrar pela frente apenas pra ter mais contatos na agenda do celular.

Entre em contato com o administrador


Já passei muita raiva com essa mensagem... Eu sou o administrador!!

O antes e o agora do castigo


Antigamente mandar os filhos para o quarto era um tipo de punição. Hoje mandar eles saírem tornou-se o castigo. 😂😂😂

sábado, 23 de maio de 2020

O dia em que conheci o Google

Em 2002 ganhei meu primeiro computador. Em 2003 instalamos o acesso a internet e pela primeira vez pude navegar de casa. Nesse mesmo ano, durante uma aula de geografia, na 6ª série, enquanto a professora passava um trabalho de pesquisa, ela comentou: "Quem tiver acesso, pode usar a internet pra pesquisar. Vou olhar aqui na minha agenda um site que fiquei conhecendo esses dias onde vocês podem procurar algum conteúdo." E foi aí que ela escreveu no quadro "www.google.com.br".

Linha do tempo com logos do Google

Alguns meses depois, essa mesma professora, depois de passar um novo trabalho de pesquisa, advertiu: "Não quero ver nas referências bibliográficas que vocês pesquisaram no 'www.google.com.br'. Colocar esse site como referência é o mesmo que dizer que vocês pesquisaram na biblioteca da escola. Vocês necessitam indicar exatamente onde encontraram o conteúdo.".

Entendi a analogia da professora. E desde então, compreendi que o Google era apenas um "índice" e que precisava prestar atenção e anotar o endereço do site que realmente guardava o conteúdo que utilizei no trabalho. Uma pena que assim acabei não podendo mais, com dada facilidade, mencionar três ou quatro referências diferentes, listando os endereços "www.google.com.br", "www.yahoo.com.br", "www.cade.com.br" e "www.altavista.com.br", pois não fazia diferença o buscador que utilizei. 😂😂😂

segunda-feira, 18 de maio de 2020

O avião de papel perfeito

Pra quem quiser se arriscar, fica a dica.

Clique na imagem para ampliar

Fonte: Revista Superinteressante (Out/2019)

Arquivo em anexo mas sem anexo

Ops... Foi mal aí!

Uma loja de computadores abandonada

Quando o assunto é computação e nostalgia, meu coração bate mais forte. Gosto muito de lembrar e conhecer sobre como eram os PCs, seus periféricos e softwares.

Não é por menos que me chamou a atenção uma matéria publicada pelo Vice por meio da Motherboard (sua seção de tecnologia) relatando a história de uma loja de computadores do início dos anos 2000 que foi abandonada pelo proprietário. Conforme o texto relata, a situação ocorreu devido a dívidas envolvendo o local e o centro comercial onde a instalação funcionava. A descoberta foi feita por Joshua Trammel, um antigo morador da cidade de Norman, situada em Oklahoma (EUA), na qual o estabelecimento funcionava.

Fachada da Computer Factory Outlet na cidade de Norman em Oklahoma nos EUA (por Joshua Trammel)

Dentro da Computer Factory Outlet na cidade de Norman em Oklahoma nos EUA (por Joshua Trammel)

Para ler a matéria na integra e ver mais algumas fotos, clique aqui.

Com isso, não posso deixar de complementar que ao ver as fotos compartilhadas pelo site, além do meu interesse pelo viés nostálgico, lembrei da minha adolescência, quando comecei a me interessar por computadores. Nessa época, não era pouco comum eu colocar na cabeça que precisava de algum artefato novo para usar no PC, desde um joguinho daqueles disponíveis nas famosas revistas CD Expert ou Senha PC (quem lembra?), até alguma peça ou periférico no intuito de aprimorar algum recurso. Contanto que tivesse dinheiro (algumas vezes demorava um pouco pra juntar), geralmente depois da aula eu saía em peregrinação, passando por lojas como a Computer Factory Outlet, mas obviamente situadas na minha cidade. Bons tempos!

quarta-feira, 13 de maio de 2020